Você baixa o relatório do Unitrac. Arrasta para o sistema. Em segundos, os KPIs de todas as 11 redes estão prontos para enviar. Sem copiar, sem colar, sem cruzar planilha na mão.
Hoje, alguém da sua equipe passa horas todo dia fazendo isso na mão: baixa o relatório do Unitrac, abre a Escala Geral, abre a escala de cada rede, cruza os dados um a um, aplica as regras de horário de cada rede e monta o KPI. Isso se repete todo dia útil, sem falta.
Abrir o Unitrac, baixar o relatório, abrir a Escala Geral, buscar a placa de cada caminhão, cruzar com o motorista, aplicar a regra das 17h da Zona Sul, repetir para as outras 10 redes. Todo dia útil. Sem exceção.
Uma linha copiada na posição errada, o horário de corte aplicado na rede errada, uma placa digitada diferente da escala. Qualquer distração gera um KPI incorreto que vai para a rede varejista com dados errados. E ninguém percebe até o cliente reclamar.
Você tem 11 redes hoje. Cada nova rede que entra significa mais abas, mais regras, mais cruzamentos manuais e mais tempo gasto. O processo não tem como crescer junto com o negócio. Em algum momento para de funcionar.
As regras de cada rede, onde fica cada arquivo, como fazer cada cruzamento. Tudo isso está na cabeça de quem faz hoje. Se essa pessoa sair de férias, ficar doente ou pedir demissão, a operação para. Ninguém mais sabe fazer.
Você baixa o relatório do Unitrac e arrasta para dentro do sistema. É o único passo manual. O resto acontece automaticamente: o sistema identifica cada entrega, descobre quem foi o motorista, aplica as regras de horário de cada rede e monta os KPIs de todas as 11 redes de uma vez.
26% das paradas no Unitrac aparecem como "FORA DE BASE E LOCAL DE SERVIÇO".
Isso acontece quando o caminhão para em algum lugar que o Unitrac não reconhece como loja
cadastrada. Pode ser a entrada dos fundos de uma loja (GPS registrou 200m a mais),
um posto de gasolina no trajeto, uma oficina, ou uma parada rápida no acostamento.
Nesses casos, o Unitrac não escreve o nome da loja no relatório e o sistema
não consegue identificar sozinho o que foi aquela parada.
Mas a revisão não é feita na planilha.
Ela acontece diretamente no painel do sistema, antes de baixar qualquer arquivo.
As paradas não identificadas aparecem destacadas em laranja na tela, com o endereço,
o horário e a duração de cada uma. A pessoa clica, escolhe a loja num campo de busca
e confirma. Quando todas estiverem resolvidas, o botão de download ativa e
o KPI sai completo, correto e pronto para enviar para a rede.
Nenhuma edição manual na planilha. Nunca.
Isso já é muito melhor do que hoje, onde 100% é feito na mão.
E com as 3 soluções abaixo, esse 26% vai caindo com o tempo.
Cada parada no Unitrac — incluindo as "FORA DE BASE" — tem coordenadas GPS guardadas
no relatório. O sistema já usa o nome da loja como método principal.
Para as paradas sem nome, ele calcula a distância entre as coordenadas da parada
e todas as lojas que já conhece. Se o caminhão parou a menos de 300 metros de uma
loja cadastrada, o sistema identifica automaticamente.
Resultado esperado: reduz de 26% para aproximadamente 8–12%.
Os casos que sobram são paradas genuinamente ambíguas: posto no meio do trajeto,
pane mecânica, estacionamento compartilhado com outra loja.
Quando alguém da equipe revisar uma parada "FORA DE BASE" e disser "isso aqui era a
Sendas Madureira", o sistema salva essa informação. Da próxima vez que um caminhão
parar nas mesmas coordenadas, identifica automaticamente, sem precisar perguntar de novo.
A tabela cresce com o uso. Quanto mais dias de relatório processar, menos paradas
precisam de revisão manual.
Em 2 a 4 semanas de uso, a maioria dos pontos
recorrentes já estará mapeada.
O Unitrac permite que a empresa cadastre pontos GPS como locais conhecidos.
Se o Grupo Benassi cadastrar as entradas dos fundos, os estacionamentos alternativos
e os pontos de parada recorrentes de cada loja, o próprio Unitrac passa a escrever
o nome da loja nessas paradas, e o problema some na origem.
Isso depende de uma solicitação da TRANSMONSEG
ao Grupo Benassi, já que o Unitrac é sistema deles.
Não é algo que o sistema que estou desenvolvendo controla diretamente.
Depois de combinar GPS por proximidade + tabela de exceções aprendida, o percentual residual deve ficar abaixo de 5%. Esses são casos realmente sem solução automática: paradas em locais que nunca aparecem duas vezes, ou onde dois destinos possíveis ficam muito próximos. Para esses, uma pessoa olha e decide em segundos, porque o sistema já mostra as sugestões mais prováveis ao lado.
Este é o código que roda automaticamente quando você faz o upload do relatório. Você nunca vai precisar ver isso no dia a dia, mas ele está aqui para quem quiser confirmar que há tecnologia real por trás.
O sistema é entregue completo. Toque ou passe o mouse em cada card para ver o que está dentro de cada parte.
O valor de R$ 2.997 foi definido com base no resultado que o sistema entrega, não em horas de desenvolvimento. Uma única viagem errada por semana, detectada pelo painel antes de virar reclamação, já paga o investimento inteiro no primeiro mês. A partir daí, o sistema continua trabalhando sozinho.
Hoje alguém da sua equipe gasta cerca de 3 horas por dia fazendo esse cruzamento na mão. São 60 horas por mês de trabalho repetitivo. Arraste a barra abaixo até o salário aproximado de quem faz isso hoje e veja o custo real que esse processo tem todo mês.
* Sistema: R$ 2.997 implantação + R$ 97/mês manutenção opcional (1º mês grátis). Cálculo assume 60h/mês de trabalho manual.
O sistema usa plataformas externas para funcionar. As duas principais têm plano gratuito que comporta bem o volume de dados da TRANSMONSEG. Abaixo está o custo mensal real para manter o sistema rodando.
* As duas plataformas usadas têm camada gratuita com capacidade suficiente para o volume de operações da TRANSMONSEG. Se o volume crescer muito no futuro, o custo seria em torno de R$ 100 a R$ 200/mês. Você será avisada com antecedência.
O Unitrac pode mudar o formato do relatório. A Escala pode mudar de layout.
Uma rede pode mudar a regra de horário. Qualquer uma dessas mudanças pode
fazer o sistema parar de funcionar do dia para a noite.
O plano mensal garante que eu fico de olho e corrijo antes que você perceba.
Não é obrigatório. O sistema é seu e funciona independente
do plano. Mas sem acompanhamento, quando algo mudar você vai precisar me chamar
avulso para corrigir, e o prazo pode ser maior.
Tudo que preciso você já tem. Nenhum custo extra. A lista abaixo explica cada item de forma bem simples, sem termos técnicos.
Os dias 1 e 2 são o pontapé inicial das 4 semanas de desenvolvimento. Quanto mais arquivos você mandar logo no começo, mais rápido configuro e mais redes ficam prontas de uma vez. Não precisa organizar nada. Vai jogando tudo no WhatsApp conforme for encontrando: escalas antigas, KPIs de qualquer data, arquivos de mais de uma rede no mesmo dia. Quanto mais, melhor.
Com tudo isso em mãos, passo as semanas 2 e 3 desenvolvendo e testando internamente com os seus arquivos reais. Na semana 4, a gente testa junto antes de liberar para a equipe. Você valida. Só vai ao ar quando você aprovar.
Desenvolvedor de infraestruturas de automação de nível operacional e sites responsivos de alta taxa de conversão. Construo sistemas que substituem processos manuais no dia a dia real do negócio, desde pipelines de dados e relatórios automáticos até páginas de vendas que convertem, sem depender de um técnico para operar.
Após a entrega, qualquer ajuste de regras ou visualização é feito sem custo adicional.
Se o sistema não processar corretamente os arquivos da TRANSMONSEG, reembolso integral.
Tudo o que está nessa proposta vai para o contrato. Sem surpresas, sem cobranças fora do acordado.
Clica no botão abaixo e me manda uma mensagem no WhatsApp confirmando. Respondo em até 2 horas com o próximo passo: data de início e o que preciso de você. Antes de começar, envio um contrato simples descrevendo escopo, prazo e valor, para assinar digitalmente. Rápido, sem juridiquês.